quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Ponto Fraco

Lembro de um doce conforto
Da calma de seu colo
Onde o lençol nos enlaçava
Após a noite que ainda perdurava

Teus seios me encaravam
Clamavam para serem tocados
E ao percorrer e me perder
Nas sinuosas linhas do seu corpo
Tua flor me olhava
Desabrochava
Insinuando ser só minha

Teu pescoço implorava por meus beijos
E teu assento gritava por minhas mãos
Que após os tapas se embriagava
E assim éramos um
Sem divisão

Nosso colchão, meu amor
Se tornava mar
Por sua imensidão
Onde as ondas eram prazer
E teu gemido era canção

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